Lunes, 07 de julio de 2008
Cuando la luna se desangra

Seguramente sangras detrás de las nubes
para que el miedo no consuma al horizonte
y los niños-hombres duerman el sueño,

probablemente hablaras con el negro
del abismal espacio que te ahoga,
yo lo sé, por que ahoga a veces
en silencio

y tus presagios de rojo-fuego
en al azul-celeste del reflejo
hará de ti un astro tembloroso;

paralelos miden los ojos y buscan
misterios y respuestas, mientras
tu desangras tu aliento-plata
simulado hoy con una llovizna
astral, infinitamente mansa.

Matchornicova
04.03.2007 / 07.08.2008
Austria




Seguramente sangras por trás das nuvens
para que o medo não consuma o horizonte
e os meninos-homens durmam e sonhem.

Provavelmente falarás com o negro
do abismal espaço que te afoga,
eu bem sei, por que te afogas às vezes
em silêncio

y teus presságios de vermelho-fogo
ao azul-celeste do reflexo
farão de ti um astro esplendoroso;

paralelos medem os olhos e buscam
mistérios e respostas, enquanto
exaures teu alento-prata
simulado hoje sob uma neblina
astral infinitamente mansa.

Autor :  Matchornicova

Tradução:  Maria José Limeira/http: //maria-limeira. zip.net/


04.03.2007 / 07ö08.2008
Austria
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Tags: lua, desmancha, sangras, pararelos, astro, mansa

Publicado por ChemaRubioV @ 18:34  | POESIA
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